Aprendizagem profissional: como sua empresa pode cumprir a lei com impacto social

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O Instituto Formar é hoje uma das principais referências na formação de aprendizes e no suporte às empresas que desejam cumprir a legislação com segurança, qualidade e impacto social. Há anos, a instituição atua como ponte entre oportunidades e desenvolvimento, garantindo que jovens tenham acesso à formação técnico-profissional e que as organizações possam estruturar seus programas de aprendizagem de forma eficiente e responsável.

A base desse processo está na Lei nº 10.097/2000, conhecida como Lei da Aprendizagem, que determina que empresas de médio e grande porte devem contratar adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos como aprendizes. Essa legislação foi criada para promover a inclusão produtiva da juventude, oferecendo um contrato especial de trabalho que combina teoria e prática, garantindo capacitação real para o mercado.

A lei estabelece ainda que as empresas cumpram uma cota obrigatória entre 5% e 15% do total de funcionários cujas funções exigem formação profissional. O não cumprimento dessa exigência pode resultar em multas, autuações e sanções administrativas pela fiscalização do trabalho — tornando a gestão do programa de aprendizagem não apenas uma responsabilidade social, mas também uma necessidade legal.

Por que muitas empresas ainda não cumprem a lei de aprendizagem?

Apesar de ser uma exigência legal, muitas empresas ainda não cumprem a cota de aprendizagem por:

  • Falta de conhecimento sobre a legislação
  • Dificuldade em identificar quais funções entram no cálculo da cota
  • Medo de aumentar a carga administrativa
  • Ausência de parceiros confiáveis para operacionalizar o programa

No entanto, ignorar a lei pode sair caro — e não apenas financeiramente. Também afeta a reputação da empresa e sua responsabilidade social.

Quais são as penalidades para quem não cumpre?

Empresas que não cumprem a cota de aprendizagem estão sujeitas a:

  • Multas administrativas por aprendiz não contratado
  • Notificações e fiscalizações recorrentes
  • Impedimentos em licitações públicas
  • Danos à imagem institucional

Além disso, o Ministério do Trabalho pode firmar Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com prazos curtos para regularização, o que gera pressão e risco jurídico.

Como calcular corretamente a cota de aprendizes?

O cálculo da cota é feito com base no número de empregados cujas funções demandam formação profissional. Ficam de fora:

  • Cargos de natureza técnica ou de confiança
  • Trabalhadores temporários
  • Estagiários
  • Terceirizados

Exemplo prático:

Se sua empresa tem 100 funcionários em funções que exigem formação profissional, a cota mínima de aprendizes será de 5 (5%).

Leia também: A verdade sobre programas de aprendizagem que ninguém diz em entrevistas

Checklist para sua empresa se regularizar

Se sua empresa ainda não cumpre a cota, siga este passo a passo:

✅ Verifique o número de empregados que entram no cálculo da cota

✅ Calcule o percentual exigido (mínimo 5%)

✅ Escolha uma entidade qualificadora confiável

✅ Formalize os contratos de aprendizagem

✅ Garanta o acompanhamento do jovem na prática e na teoria

✅ Mantenha registros atualizados para auditorias

O papel do Instituto Formar no apoio à conformidade

Ao firmar parceria com o Instituto Formar, sua empresa conta com:

  • Encaminhamento de jovens qualificados
  • Formação teórica estruturada e atualizada
  • Acompanhamento pedagógico e social
  • Suporte jurídico e administrativo completo
  • Relatórios e documentação para auditorias

Saiba mais: Instituto Formar: Mais de 30 mil jovens capacitados e conectados

Casos reais: empresas que transformaram a obrigação em oportunidade

Empresas que antes viam a cota como um problema, hoje colhem os frutos de um programa bem estruturado. Com o apoio do Instituto Formar, elas:

  • Evitaram multas e sanções
  • Fortaleceram sua imagem institucional
  • Desenvolveram talentos internos
  • Criaram programas de efetivação e retenção

Veja também: Empresas de Sucesso: Programa Jovem Aprendiz contribui na contratação de jovens talentos

Dúvidas frequentes sobre a Lei da Aprendizagem

1. Posso contratar aprendizes para qualquer setor?

Sim, desde que a função esteja dentro das atividades permitidas e tenha relação com a formação oferecida.

2. Preciso contratar todos de uma vez?

Não. A contratação pode ser feita de forma escalonada, desde que a cota seja cumprida dentro do prazo estabelecido.

3. O que acontece se o jovem for desligado antes do fim do contrato?

A empresa deve contratar outro aprendiz para manter a cota e evitar irregularidades.

Conclusão: cumprir a lei com impacto é uma escolha inteligente

A aprendizagem profissional não é apenas uma exigência legal — é uma oportunidade estratégica para formar talentos, fortalecer a cultura organizacional e gerar impacto social.

Com o apoio do Instituto Formar, sua empresa pode transformar a obrigação em resultado positivo para todos os envolvidos.

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